Uma emergência em vias de ser suprida com distinção

Uma revisão estatutária é uma emergência para a vida do Benfica. Contudo, tem também de ser uma coisa agregadora, que una as várias correntes de pensamento Benfiquistas, porque 1) será este o documento que definirá a vida do Benfica nos próximos anos (espera-se muitos) e 2) é necessário evitar que os estatutos sejam usados por uma direção como ferramenta para autocratizar o Benfica.

Dito isto, é necessário aplaudir todos os intervenientes e protagonistas na recém-criada Comissão de Estatutos. Merece este aplauso a direção do Benfica, na pessoa do vice-presidente Jaime Antures, por englobar nesta Comissão gente de diversos quadrantes, desde João Pinheiro em representação do movimento Servir o Benfica, a pessoas ligadas a João Noronha Lopes como é o caso de Raquel Vaz-Pinto ou Bagão Félix, a pessoas ligadas ao status-quo como é Varandas Fernandes. E merecem este aplauso todos os membros desta Comissão, pela maturidade democrática, pela aparente capacidade em enterrar os machados de guerra em prol do bem maior que é o Benfica, e claro, pela coragem em encarar tamanha responsabilidade.

Vou escusar-me a tecer grandes comentários antes de Fevereiro. Espero contudo que a proposta de revisão não defraude as expectativas, e, deixem-me dizer, estou confiante que tal não acontecerá.

2 thoughts on “Uma emergência em vias de ser suprida com distinção

  1. esta pluralidade de tendências e de varias visões do clube é já de si de saudar de modo a que uma qualquer alteração não seja a alteração deste ou daquele grupo, seja ele qual for, que esta no poder em determinada altura.
    alias deveria ser sempre assim o mal da outra revisão, para alem de outras coisas, foi ter sido feita por uma das partes e num fato à mediada dessa parte.

    agora acho que esta comissão naqueles artigos mais mediáticos como numero de votos, anos para ser presidente, limitação de mandatos, deveria de apresentar duas proposta e depois seriam os sócios a votar qual a que preferiam e era aprovada a que tivesse maioria.
    até porque este artigos mais mediatos não são mais do que uma dúzia, se tanto e era possível de ser feito numa assembleia que se prolongaria por exemplo num sábado inteiro.

    mas o mais certo é que seja apenas apresentada uma proposta de votação geral para ser aprovada e depois como é sempre difícil agradar a gregos e troianos a coisa pode não ficar resolvida de vez com a paz que se pretende.
    é que da maneira como a coisa anda estremada entre sectores temos que depois este tema ainda continue a ser tema de ataque entre uns e outros quando deveríamos avançar para outros problemas que nos continuam a afectar e são igualmente importantes.

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