Depois de Tolrà, André Coelho

Há um ano, o Benfica deixava sair Tolrà, com contrato, para o El Pozo. Não se podia cortar as pernas ao jogador, né? Substituiu-se então um dos melhores fixos do mundo, com características perfeitas para anular o nosso único rival Sporting, por um cepo que o mesmo El Pozo dispensou e que, sem surpresa, é dos piores estrangeiros que alguma vez me recordo de ter passado pelo Benfica.

Um ano depois, o Benfica deixa sair André Coelho, com contrato, para o Barcelona. Eu nunca fui o maior fã do AC, mas trata-se de mais um fixo de classe mundial, bastante completo, não sendo por acaso que muitos o consideram um universal. Vai ser substituído, ao que tudo indica, por Nilson, que não é propriamente um cepo, mas está longe de ter o nível exigido para ser titular no Benfica.

Em dois anos, o Benfica deixa sair dois dos melhores fixos do mundo, ambos com contrato, para os substituir por jogadores claramente insuficientes. Este ano, apenas com a saída de um deles, os indicadores já eram fracos. Para o ano, com a saída do segundo, o que é que vai acontecer? Ainda por cima, é quase certo que se vai cometer o erro já bastante comum no Benfica de deixar um treinador em fim de ciclo continuar, até se tornar insustentável. A conclusão a tirar não é nova: as modalidades do Benfica são um circo.

3 thoughts on “Depois de Tolrà, André Coelho

  1. deviamos fazer uma moratoria por 3 épocas, para as modalidades amadoras senior,manter somente a formação e reforçar o futebol evitando-se dispersão do dinheiro.

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